Pessoal, copiem os cálculos que não conseguimos finalizar em aula, ok?
a) 45000
b)0,000001
c)129,4
d)0,000273
e)123400
f)0,06
g)0,00007
h) 700
i)0,5
j)0,08
k)0,003
l)0,000008
m)300
n) 0,005
o)0,831
p)417,51
q)4137,7
r)5000
s)0,0007
t)0,00102
Este Blog tem por objetivo compartilhar experiências no ensino da Matemática, promover a integração da tecnologia com a prática diária da sala de aula. Sejam todos bem vindos! Utilizem este espaço! Deixem seus comentários e sugestões!
Quem sou eu
- profª Lela
- Uma eterna aprendiz. "Se tem uma coisa que a mente nunca se cansa, nem se arrepende é de aprender." Nessa vida da gente cabe muita coisa... Apaixonada por minha profissão entrelaçando conhecimento matemático, gestão escolar e TICs.
quinta-feira, 25 de março de 2010
quarta-feira, 24 de março de 2010
ARQUIMEDES, CONTADOR DE AREIA

Turmas 81 e 82
"Há quem pense, Rei Gelão, que o número de grãos de areia é infinito. E quando menciono areia refiro-me não só aquela que existe em Siracusa e no resto da Sicilia mas também àquela que se encontra nas outras regiões, sejam elas habitadas ou desabitadas..."
Acessem e apreciem a leitura do texto abaixo:
http://www.educ.fc.ul.pt/docentes/opombo/seminario/contadorareia/versaocomenvelhas.htm
Após reflexão deixe seu COMENTÁRIO, relacionando com o conteúdo trabalhado em aula e sobre quem foi ARQUIMEDES.
Bons estudos matemáticos!!!!!!!
Coloquem nome e turma no comentário.
domingo, 10 de janeiro de 2010
POESIA MATEMÁTICA
Poesia Matemática
Às folhas tantas
do livro matemático
um Quociente apaixonou-se
um dia
doidamente
por uma Incógnita.
Olhou-a com seu olhar inumerável
e viu-a do ápice à base
uma figura ímpar;
olhos rombóides, boca trapezóide,
corpo retangular, seios esferóides.
Fez de sua uma vida
paralela à dela
até que se encontraram
no infinito.
"Quem és tu?", indagou ele
em ânsia radical.
"Sou a soma do quadrado dos catetos.
Mas pode me chamar de Hipotenusa."
E de falarem descobriram que eram
(o que em aritmética corresponde
a almas irmãs)
primos entre si.
E assim se amaram
ao quadrado da velocidade da luz
numa sexta potenciação
traçando
ao sabor do momento
e da paixão
retas, curvas, círculos e linhas sinoidais
nos jardins da quarta dimensão.
Escandalizaram os ortodoxos das fórmulas euclidiana
e os exegetas do Universo Finito.
Romperam convenções newtonianas e pitagóricas.
E enfim resolveram se casar
constituir um lar,
mais que um lar,
um perpendicular.
Convidaram para padrinhos
o Poliedro e a Bissetriz.
E fizeram planos, equações e diagramas para o futuro
sonhando com uma felicidade
integral e diferencial.
E se casaram e tiveram uma secante e três cones
muito engraçadinhos.
E foram felizes
até aquele dia
em que tudo vira afinal
monotonia.
Foi então que surgiu
O Máximo Divisor Comum
freqüentador de círculos concêntricos,
viciosos.
Ofereceu-lhe, a ela,
uma grandeza absoluta
e reduziu-a a um denominador comum.
Ele, Quociente, percebeu
que com ela não formava mais um todo,
uma unidade.
Era o triângulo,
tanto chamado amoroso.
Desse problema ela era uma fração,
a mais ordinária.
Mas foi então que Einstein descobriu a Relatividade
e tudo que era espúrio passou a ser
moralidade
como aliás em qualquer
sociedade.
Millôr Fernandes
Às folhas tantas
do livro matemático
um Quociente apaixonou-se
um dia
doidamente
por uma Incógnita.
Olhou-a com seu olhar inumerável
e viu-a do ápice à base
uma figura ímpar;
olhos rombóides, boca trapezóide,
corpo retangular, seios esferóides.
Fez de sua uma vida
paralela à dela
até que se encontraram
no infinito.
"Quem és tu?", indagou ele
em ânsia radical.
"Sou a soma do quadrado dos catetos.
Mas pode me chamar de Hipotenusa."
E de falarem descobriram que eram
(o que em aritmética corresponde
a almas irmãs)
primos entre si.
E assim se amaram
ao quadrado da velocidade da luz
numa sexta potenciação
traçando
ao sabor do momento
e da paixão
retas, curvas, círculos e linhas sinoidais
nos jardins da quarta dimensão.
Escandalizaram os ortodoxos das fórmulas euclidiana
e os exegetas do Universo Finito.
Romperam convenções newtonianas e pitagóricas.
E enfim resolveram se casar
constituir um lar,
mais que um lar,
um perpendicular.
Convidaram para padrinhos
o Poliedro e a Bissetriz.
E fizeram planos, equações e diagramas para o futuro
sonhando com uma felicidade
integral e diferencial.
E se casaram e tiveram uma secante e três cones
muito engraçadinhos.
E foram felizes
até aquele dia
em que tudo vira afinal
monotonia.
Foi então que surgiu
O Máximo Divisor Comum
freqüentador de círculos concêntricos,
viciosos.
Ofereceu-lhe, a ela,
uma grandeza absoluta
e reduziu-a a um denominador comum.
Ele, Quociente, percebeu
que com ela não formava mais um todo,
uma unidade.
Era o triângulo,
tanto chamado amoroso.
Desse problema ela era uma fração,
a mais ordinária.
Mas foi então que Einstein descobriu a Relatividade
e tudo que era espúrio passou a ser
moralidade
como aliás em qualquer
sociedade.
domingo, 3 de janeiro de 2010
" Um matemático que não é também um pouco poeta nunca será um matemático completo."
sábado, 19 de setembro de 2009
As palavras, ditas, ouvidas, faladas ou escritas, enfim, percepcionadas sob qualquer forma são o centro de toda a comunicação. Canetas, esferográficas, lápis, tintas e outros materiais podem ser usados para as registar. E borrachas, estojos, etiquetas, rótulos, tesouras, furadores, agrafadores, correctores, e tantos outros acessórios que integram o material de um escritório só fazem sentido porque elas existem e é à base delas que se trabalha. Contudo, o lápis encerra características particulares, cuja reflexão permite a quem a quiser fazer, uma “ viagem ao interior de si mesmo”.
Primeira: o lápis deixa-se guiar pela mão de quem o segura. Podem realizar-se grandes feitos, mas é essencial deixar-se conduzir (por quem tem mais experiência, sabedoria, conhecimento), pelo menos em matérias de maior delicadeza e/ou gravidade.
Segunda: De vez em quando, é necessário fazer uma pausa no que se está a redigir e servir-se da afia. Isso faz com que o lápis sofra um bocadinho, mas depois fica mais aguçado. Aprender a suportar algumas dores fará de cada qual uma pessoa melhor.
Terceira: O lápis permite que se passe uma borracha para apagar aquilo que estava errado. É bom compreender que corrigir uma coisa que se tenha feito não é necessariamente mau, mas algo importante para trilhar o caminho da justiça.
Quarta: O que realmente interessa no lápis não é a madeira nem a sua forma exterior, mas o carvão que está lá dentro. Portanto, é importante cada um velar pelo que acontece no seu interior.
Extraído de : http://www.ruadireita.com/material-escritorio/info/o-lapis-que-me-desenha/
segunda-feira, 15 de junho de 2009
MOSTRA DE MATEMÁTICA
ALGUMAS FOTOS DO EVENTO




Impossível esquecer o universo lúdico da matemática!!!
A Mostra de Matemática, na E.E.E.M.João de Deus Nunes teve como objetivo mostrar-te caro aluno o quanto a Matemática pode ser divertida, preenchendo algum do teu tempo livre e aplicando conceitos matemáticos à vida quotidiana.
Com certeza foi uma manhã estonteantemente divertida!!!
Impossível esquecer o universo lúdico da matemática!!!
A Mostra de Matemática, na E.E.E.M.João de Deus Nunes teve como objetivo mostrar-te caro aluno o quanto a Matemática pode ser divertida, preenchendo algum do teu tempo livre e aplicando conceitos matemáticos à vida quotidiana.
Com certeza foi uma manhã estonteantemente divertida!!!
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