sexta-feira, 2 de abril de 2010

MALBA TAHAN, um escritor que contava histórias das Arábias.


Malba Tahan era o pseudônimo do professor de Matemática Júlio César de Mello e Souza, nascido em 06/05/1895 no Rio de Janeiro, viveu em Queluz e morreu no Recife em 17/05/1974. Professor Emérito da Faculdade Nacional de Arquitetura, do Instituto de Educação do Distrito Federal e professor do Colégio D. Pedro II, ele é o autor de um romance " O HOMEM QUE CALCULAVA".

As proezas matemáticas do calculista persa Beremiz Samir - o Homem que Calculava - tornaram-se lendárias na antiga Arábia, encantando reis, poetas, xeques e sábios. Neste livro, Malba Tahan relata as incríveis aventuras deste homem singular e suas soluções fantásticas para problemas aparentemente insolúveis.

O Homem que Calculava de Malba Tahan é um livro curioso e criativo do ponto de vista matemático e filosófico, pois além de raciocínio lógico também utiliza filosofia na resolução dos problemas. Contando a história de um sábio muçulmano e dos problemas lógicos e matemáticos que ele foi encontrando pelo caminho, e para os quais encontrou as soluções através de um raciocínio matemático simples.



PREZADOS CALCULISTAS das turmas 81 e 82.

Apreciem a leitura deste livro que no 2º trimestre será apresentada a proposta de trabalho em grupo, referente ao livro, que chamaremos de : " Os alunos que calculavam". Portanto se encantem com a matemática nessa leitura!!!

Um forte abraço, matematicamente grandioso e abençoado à todos
profª Lela.

quinta-feira, 25 de março de 2010

ATENÇÃO - Turma 81

Pessoal, copiem os cálculos que não conseguimos finalizar em aula, ok?
a) 45000
b)0,000001
c)129,4
d)0,000273
e)123400
f)0,06
g)0,00007
h) 700
i)0,5
j)0,08
k)0,003
l)0,000008
m)300
n) 0,005
o)0,831
p)417,51
q)4137,7
r)5000
s)0,0007
t)0,00102

quarta-feira, 24 de março de 2010

ARQUIMEDES, CONTADOR DE AREIA


Turmas 81 e 82
"Há quem pense, Rei Gelão, que o número de grãos de areia é infinito. E quando menciono areia refiro-me não só aquela que existe em Siracusa e no resto da Sicilia mas também àquela que se encontra nas outras regiões, sejam elas habitadas ou desabitadas..."



Acessem e apreciem a leitura do texto abaixo:

http://www.educ.fc.ul.pt/docentes/opombo/seminario/contadorareia/versaocomenvelhas.htm


Após reflexão deixe seu COMENTÁRIO, relacionando com o conteúdo trabalhado em aula e sobre quem foi ARQUIMEDES.
Bons estudos matemáticos!!!!!!!
Coloquem nome e turma no comentário.

domingo, 10 de janeiro de 2010

POESIA MATEMÁTICA

Poesia Matemática
Millôr Fernandes

Às folhas tantas
do livro matemático
um Quociente apaixonou-se
um dia
doidamente
por uma Incógnita.
Olhou-a com seu olhar inumerável
e viu-a do ápice à base
uma figura ímpar;
olhos rombóides, boca trapezóide,
corpo retangular, seios esferóides.
Fez de sua uma vida
paralela à dela
até que se encontraram
no infinito.
"Quem és tu?", indagou ele
em ânsia radical.
"Sou a soma do quadrado dos catetos.
Mas pode me chamar de Hipotenusa."
E de falarem descobriram que eram
(o que em aritmética corresponde
a almas irmãs)
primos entre si.
E assim se amaram
ao quadrado da velocidade da luz
numa sexta potenciação
traçando
ao sabor do momento
e da paixão
retas, curvas, círculos e linhas sinoidais
nos jardins da quarta dimensão.
Escandalizaram os ortodoxos das fórmulas euclidiana
e os exegetas do Universo Finito.
Romperam convenções newtonianas e pitagóricas.
E enfim resolveram se casar
constituir um lar,
mais que um lar,
um perpendicular.
Convidaram para padrinhos
o Poliedro e a Bissetriz.
E fizeram planos, equações e diagramas para o futuro
sonhando com uma felicidade
integral e diferencial.
E se casaram e tiveram uma secante e três cones
muito engraçadinhos.
E foram felizes
até aquele dia
em que tudo vira afinal
monotonia.
Foi então que surgiu
O Máximo Divisor Comum
freqüentador de círculos concêntricos,
viciosos.
Ofereceu-lhe, a ela,
uma grandeza absoluta
e reduziu-a a um denominador comum.
Ele, Quociente, percebeu
que com ela não formava mais um todo,
uma unidade.
Era o triângulo,
tanto chamado amoroso.
Desse problema ela era uma fração,
a mais ordinária.
Mas foi então que Einstein descobriu a Relatividade
e tudo que era espúrio passou a ser
moralidade
como aliás em qualquer
sociedade.

domingo, 3 de janeiro de 2010

" Um matemático que não é também um pouco poeta nunca será um matemático completo."



“Ao lidar com pessoas, lembre-se de que você não está lidando com seres lógicos, e sim com seres emocionais.” Dale Carnegie

“Tudo aquilo que conseguimos realizar foi graças a ajuda de outras pessoas.” Walt Disney

sábado, 19 de setembro de 2009



As palavras, ditas, ouvidas, faladas ou escritas, enfim, percepcionadas sob qualquer forma são o centro de toda a comunicação. Canetas, esferográficas, lápis, tintas e outros materiais podem ser usados para as registar. E borrachas, estojos, etiquetas, rótulos, tesouras, furadores, agrafadores, correctores, e tantos outros acessórios que integram o material de um escritório só fazem sentido porque elas existem e é à base delas que se trabalha. Contudo, o lápis encerra características particulares, cuja reflexão permite a quem a quiser fazer, uma “ viagem ao interior de si mesmo”.

Primeira: o lápis deixa-se guiar pela mão de quem o segura. Podem realizar-se grandes feitos, mas é essencial deixar-se conduzir (por quem tem mais experiência, sabedoria, conhecimento), pelo menos em matérias de maior delicadeza e/ou gravidade.

Segunda: De vez em quando, é necessário fazer uma pausa no que se está a redigir e servir-se da afia. Isso faz com que o lápis sofra um bocadinho, mas depois fica mais aguçado. Aprender a suportar algumas dores fará de cada qual uma pessoa melhor.

Terceira: O lápis permite que se passe uma borracha para apagar aquilo que estava errado. É bom compreender que corrigir uma coisa que se tenha feito não é necessariamente mau, mas algo importante para trilhar o caminho da justiça.

Quarta: O que realmente interessa no lápis não é a madeira nem a sua forma exterior, mas o carvão que está lá dentro. Portanto, é importante cada um velar pelo que acontece no seu interior.

Extraído de : http://www.ruadireita.com/material-escritorio/info/o-lapis-que-me-desenha/